domingo, 3 de abril de 2011

É ...


Nem sempre nós acordamos bem, nem sempre queremos falar com alguém, nem sempre queremos ser vistos.. Nem sempre queremos ouvir, falar, ver e sair. Às vezes só queremos ficar sozinhos... Ou talvez gostaríamos apenas de ouvir uma voz. De escutar uma frase, de ver um sorriso. De sentir um abraço. E como não o fazemos, todo o nosso dia fica bagunçado. Todo o nosso bom humor se esvai. Tudo o que planejamos simplesmente desaparece.... É.. Talvez seja esse o meu problema...


É ... talvez ....

Take it from here

Caboré 2008

E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar. Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las. Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução. Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis. Decidi ver cada noite como um mistério a resolver. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz. Naquele dia, descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las. Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido. Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer. Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim, deixar de subir. Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de “amigo”. Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, o amor é uma filosofia de vida. Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente. Aprendi que de nada serve ser luz, se não iluminar o caminho dos demais. Naquele dia, decidi trocar tantas coisas... Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade. E, desde aquele dia, já não durmo para descansar. Simplesmente durmo para sonhar.

Plataforma da campanha Walt Disney – Caboré 2008

domingo, 20 de março de 2011

Lá vai fumaça

Dentro de nós costuma ser um lugar bom pra se estar. Mas com algumas condições. Primeira: você estar dentro de você mesmo, e não dentro de outra pessoa, a cabeça de alguém pode ser sombria de mais pra você. E segunda: você estiver bem com você mesmo.
É péssimo quando se precisa ficar sozinho, pra pensar, pra refletir, pra chorar em silencio, pra lembrar coisas e tempos bons, pra rir pra si mesmo, pra falar sozinho, e não consegue. Tem sempre aquela pedrinha no sapato que não te deixa em paz. Que te atormenta e não te deixa dormir. Não te deixa pensar. Não te deixa fazer nada.
Pior ainda é quando você quer se fechar dentro de si mesmo para evitar maus maiores e não consegue, porque dentro de você está pior que do lado de fora. Porque aqueles pensamentos que não deviam estar ali, aparecem e não te dão sossego.
Como diria um amigo meu: “lá fora o tempo passa. Um dia aqui dentro é uma semana e lá vai fumaça.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Jogue!

Tenho entrado em pânico quase todos os dias. Sem algum motivo aparente. Não comendo direito, não rindo tanto, não fazendo muito de nada. Tenho deixado minha vida rolar sem realmente aproveitá-la, degustá-la, como deve ser feito. Tenho pensado mais no como será do que no como é.
Hoje me deparei com problemas muito maiores do que os meus. Não problemas, mas fatalidades, preocupações, ou o que quer que sejam. Isso me fez ver o quanto eu me preocupo de mais. O quanto sofro antes que aconteça. O quanto penso de mais em algo que merece atenção, mas não tanta. Vi o quanto outras pessoas podem ter problemas maiores, e muito mais motivos para chutar o balde. Tomei uma decisão.
Vou tentar parar de me preocupar, de sofrer por antecedência. Isso nunca me fez bem. Decidi por levar a minha vida da melhor forma que eu conseguir, sem deixar as coisas acontecerem por si só. Vou deixar de ser publico, para ser protagonista. Cansei de me omitir, de não viver o que deve ser vivido, de não fazer as coisas acontecerem.
Não me importo com o que possa vir depois. Se chama depois, é porque não deve ser sentido ou vivido agora. É DE-POIS. Vou curtir cada segundo. Cada nova experiência, cada telefonema, cada riso, cada beijo, cada abraço, cada momento, cada olhar. Vou começar a dar o devido valor às coisas mínimas que me acontecem.
O medo faz parte. É normal e conseqüência da vida. temos que aprender a conviver com ele, por mais que ele doa, atormente e te tire o sono. Mas não podemos deixar que ele governe nossa vida, que ele tome conta de nós. Ele é apenas um sentimento. Forte, mas é seu, e você o controla, não o contrario. Por isso, a partir de hoje, ele não toma conta mais de mim. Como dizem: “nunca deixe o medo de perder, impedir que você jogue.”

domingo, 30 de janeiro de 2011

Você

Sempre tive dificuldade de confiar nas pessoas. Nunca fui de falar muito da minha vida, nem de me abrir pra qualquer um. Muito menos ficar falando de sentimentos. Mas você tem me ensinado muito. A confiar mais, que alguém pode sim, estar falando a verdade. Pode gostar de mim, pode querer meu bem, pode querer simplesmente me ouvir, sem fofocar sobre isso depois.
Você me fez e me faz crescer muito. Como pessoa, como amiga, como mulher, como filha, como varias coisas. Você me faz ter paciência e calma quando eu nunca tive. Me faz pensar muito antes de falar tudo o que eu quero, e ver se isso é realmente necessário.
Eu vou estar aqui sempre por você. Como amiga, como pessoa, ou como você precisar. Obrigada por estar presente pra mim quando eu preciso. E por tudo o que você fez e faz.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Futuro

Sinto estar perdendo. Perdendo tanta coisa na minha vida que não sei mais se vale a pena continuar nesse caminho traçado. Perdendo momentos com as pessoas mais importantes pra mim, perdendo visões, sentimentos, conversas, risos em função de algo que nem eu sei se dará certo. Perdendo em função do meu futuro.
Mas que futuro? O que eu quero pra ele? Como ele vai ser? Como vou (re)agir, sentir, ver? Com quem eu estarei? As pessoas mais importantes estarão comigo? São perguntas que eu queria muito ter respostas. Que eu queria saber o resultado antes de arriscar tanto. Pois mesmo que não pudesse mudar o que virá, terei me preparado para tal. Ou não.
Não importa. A única coisa que eu quero agora é voltar a fazer o que eu gosto, com quem eu gosto. Voltar a escrever aqui, a almoçar toda sexta feira com uma das minhas melhores, sair às quintas com meu pai, rir de tudo e qualquer coisa, passar o dia na casa dela com todas nós juntas, ver todo dia quem eu amo.
Mas isso tudo parece tão distante ... tão fora do meu alcance que começo a duvidar se eu realmente tive tudo isso. Confesso que se não fossem minhas lembranças tão reais e fixas em mim, eu não saberia dizer o que é realidade ou não.
O fato é que eu sinto falta. E sinto que estou perdendo tudo, em função de nada.